01FEIXES DE LUZ02CORTINAS EM MOVIMENTO03A LUZ SOBRE O HORIZONTE
Preparando o vídeo…
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ENTENDA O FENÔMENO
Do vento solar à luz na atmosfera.
A aurora boreal ocorre quando partículas energéticas, principalmente elétrons, são guiadas pelo campo magnético da Terra e excitam átomos e moléculas na alta atmosfera, produzindo luz. Esse processo recebe energia da interação do vento solar com a magnetosfera. A latitude e a intensidade observáveis variam com o clima espacial, muitas vezes resumido pelo índice Kp. O modelo OVATION do NOAA estima, a cada poucos minutos, a probabilidade de aurora para os hemisférios Norte e Sul.
⊕Dois hemisférios. A mesma conexão com o Sol.
JANELA PARA O CÉUOBSERVAÇÃO EM VÍDEO
O céu em movimento.Câmera · YouTube
SOL · MAGNETOSFERA · ATMOSFERA
Como as auroras se formam
Duas perspectivas da mesma conexão: a energia do Sol encontra o campo magnético e a atmosfera da Terra.
CENTRAL DE APRENDIZAGEM
VISUALIZAÇÃO 01SEM ÁUDIO · LOOP · PT-BR
Magnetosfera, vento solar e auroras
O vento solar comprime o lado diurno e alonga a cauda magnética da Terra.
VISUALIZAÇÃO 02SEM ÁUDIO · LOOP · PT-BR
Do Sol às auroras
Da atividade solar às colisões que produzem luz na alta atmosfera.
ENTENDA A SEQUÊNCIA
Da atividade solar às cortinas de luz
01
O Sol fornece energia
O vento solar é um fluxo contínuo de plasma, formado por partículas carregadas, que transporta campo magnético. Uma ejeção de massa coronal (CME) lança uma quantidade adicional de plasma ao espaço. Já um flare libera radiação; os dois fenômenos podem ocorrer juntos. Se a perturbação atingir a Terra, pode intensificar a atividade geomagnética.
02
A magnetosfera responde
O vento solar comprime o campo terrestre no lado voltado para o Sol e o alonga no lado noturno, formando a magnetocauda. Quando os campos interagem em condições favoráveis, a reconexão magnética transfere energia para esse sistema. A magnetosfera é dinâmica e permeável: sua forma muda, e parte da energia é armazenada e depois liberada.
03
Partículas alcançam a atmosfera
Processos na magnetocauda e ao longo das linhas de campo aceleram elétrons em direção à alta atmosfera. Nas colisões, eles transferem energia a átomos e moléculas. Quando esses constituintes retornam a estados de menor energia, emitem luz. A aurora se organiza em ovais próximos dos polos magnéticos, que podem se expandir durante tempestades geomagnéticas.
04
As cores revelam a emissão
O oxigênio atômico produz grande parte do verde e do vermelho; o nitrogênio molecular e seus íons contribuem para tons azulados e violáceos. A cor depende da espécie, da altitude e da energia envolvida. Mudanças na precipitação de partículas fazem arcos, raios e cortinas variarem de forma e brilho. No Norte temos aurora boreal; no Sul, aurora austral.
OBSERVATÓRIO / PREVISÃO
Dois polos. Um céu em transformação.
Previsão OVATION · próximos 30 minutos
Renovação automática · 5 min
01 / Hemisfério Norte
Aurora boreal
N
Carregando previsão do NOAA…
Hemisfério Norte — estimativa de probabilidade de aurora (próx. 30 min).NOAA / OVATION
02 / Hemisfério Sul
Aurora austral
S
Carregando previsão do NOAA…
Hemisfério Sul — estimativa de probabilidade de aurora (próx. 30 min).NOAA / OVATION
i
As imagens acima são atualizadas automaticamente a cada 5 minutos. Para previsões profissionais e documentação, consulte o produto oficial do NOAA SWPC ↗. A data e a validade do modelo são indicadas em cada imagem.
Kp
CONTINUE A OBSERVAÇÃO
Siga os sinais do clima espacial.
Dica: se o índice Kp estiver alto (G1+), as chances de visibilidade em latitudes mais baixas aumentam. Acompanhe o Kp em tempo quase real na página NASA — Fireballs, DONKI & Kp.