O céu muda.
Acompanhe daqui.
Da previsão na sua cidade à atmosfera vista do espaço.
Explore nuvens, frentes, umidade e atividade elétrica. Imagens oficiais NOAA, previsões urbanas e boletins se encontram em uma mesma leitura.
O tempo mais perto de você.
Oito cidades brasileiras. Condições atuais e próximos três dias em uma leitura direta.
Uma imagem. Diferentes leituras.
Escolha a região e a camada para explorar o que o GOES-19 observa.
GeoColor · América do Sul Sul

Leia os sinais das tempestades.
Previsão experimental PREVOTS e observação GeoColor do centro-sul da América do Sul.
GOES-19 · Sul / Sudeste

PREVOTS · mapa de severidade
A imagem será exibida quando a validade da previsão for confirmada.
Sul e Sudeste
Consultando a previsão regional…
Atenção convectiva
Nenhum risco específico extraído.
A previsão PREVOTS é experimental. Seus níveis não equivalem a alertas oficiais da Defesa Civil ou a avisos meteorológicos governamentais.
Acompanhe os sistemas tropicais.
Imagens em sequência, intensidade, posição e boletins dos centros oficiais.
GeoColor · Hemisfério Norte
Observação do Atlântico e do Pacífico Norte
Carregando a observação mais recente
Imagens de satélite e dados dos sistemas em acompanhamento.
Uma atmosfera. Muitas camadas.
Antes de chegar ao satélite, a luz atravessa um planeta em movimento.
O que cada instrumento revela.
O vídeo organiza a atmosfera pela altitude; o painel NOAA mostra como instrumentos diferentes transformam luz, calor, umidade e descargas elétricas em informação meteorológica.
Luz visível durante o dia, assinatura térmica à noite
O GeoColor combina canais para aproximar a aparência natural das nuvens sob luz solar e manter uma leitura multiespectral quando o continente escurece.
Voltar à observaçãoTroposfera
Tempo, nuvens e convecção
Estratosfera
Ozônio e ar mais estável
Mesosfera
Meteoroides e temperaturas extremas
Termosfera
Auroras e parte das órbitas baixas
Exosfera
Transição gradual para o espaço
GOES-19 · ~35.786 kmMuito além das camadas densas, observa continuamente o mesmo hemisfério.
Limites aproximados: a altitude de cada camada varia com latitude, estação e atividade solar.
Quando o céu ganha
dimensão vertical.
CB é a abreviação aeronáutica de cumulonimbus. Ele nasce quando ar quente e úmido sobe rapidamente, resfria e condensa. A energia liberada mantém correntes ascendentes intensas, capazes de elevar água, cristais de gelo e granizo por vários quilômetros.
01Desenvolvimento vertical
Em tempestades profundas, o topo pode alcançar a tropopausa e, nos trópicos, frequentemente superar 12 km de altitude. A altura exata não pode ser determinada apenas por este vídeo.
02Bigorna e topo penetrante
Ao encontrar uma camada mais estável, a nuvem se espalha lateralmente e forma a bigorna. Núcleos ascendentes muito fortes podem ultrapassar temporariamente esse nível, criando um topo saliente.
03Grande atividade elétrica
Colisões entre gelo, água super-resfriada e granizo separam cargas dentro da nuvem. Quando a diferença elétrica fica intensa, ocorrem descargas dentro do CB, entre nuvens ou em direção ao solo.
O que os clarões representamVistos de cima, muitos raios iluminam grandes áreas da cobertura de nuvens. Um clarão pode reunir vários pulsos de uma mesma descarga; a luminosidade do vídeo não corresponde diretamente à contagem exata de raios.
Leitura meteorológica responsável
Cumulonimbus pode estar associado a turbulência severa, granizo, rajadas descendentes, chuva intensa e descargas elétricas. Para avaliar localização, intensidade e deslocamento, combine imagens de satélite com radar, GLM e avisos meteorológicos oficiais.
Observação e previsão têm papéis diferentes.
As imagens mostram condições observadas ou produtos derivados. Para decisões operacionais, consulte os órgãos meteorológicos competentes e seus alertas oficiais.
Informação com a fonte à vista.
Produtos experimentais e imagens do NOAA GOES Image Viewer são destinados à informação e pesquisa; não devem ser usados isoladamente para resposta de emergência ou proteção de vidas e bens.