Aeronaves no entorno agora
Bounding box de ±1,5° em torno da ocorrência. Esta consulta mostra o estado atual; não é reconstrução histórica.
Uma central editorial e operacional para confrontar relatos com fontes geofísicas, astronômicas e documentais.
Ela não foi construída para fabricar confirmações. Foi construída para organizar perguntas, reduzir hipóteses frágeis e deixar cada conclusão rastreável.
Um relato pode ser sincero e ainda assim ter uma explicação comum. Também pode permanecer sem identificação porque faltam dados — e não porque algo extraordinário tenha sido provado. Esta central existe justamente para separar essas situações.
O método começa pelo que pode ser verificado: quando ocorreu, onde ocorreu, o que estava presente no ambiente e quais registros independentes sobreviveram ao tempo.
Siga a ordem recomendada ou entre diretamente na camada que você precisa consultar.
Fontes públicas e gratuitas para cruzar aeronaves, satélites, efemérides, bólidos, clima espacial e meteorologia. Cada ferramenta tem limites próprios — e eles fazem parte da análise.
Havia satélite, Starlink, estação ou outro objeto catalogado compatível com a direção observada?
Há observações públicas ou estações terrestres que ajudem a confirmar a presença e atividade de um satélite?
Há aeronaves transmitindo ADS-B, Mode-S ou FLARM no entorno das coordenadas?
Um planeta, Lua, asteroide ou cometa poderia ocupar aquela direção e horário?
Existe registro de bólido ou evento atmosférico luminoso próximo da data e região?
Havia vento solar, tempestade geomagnética ou aurora capazes de alterar o contexto visual?
Como o modelo representava nuvens, vento, visibilidade, CAPE e precipitação naquela janela?
Havia observações ou avisos meteorológicos aeronáuticos que mudem a interpretação do ambiente?
As três consultas usam as coordenadas e o horário da ficha da ocorrência. Cada resultado continua sendo contexto — não um veredito automático.
Bounding box de ±1,5° em torno da ocorrência. Esta consulta mostra o estado atual; não é reconstrução histórica.
Pesquisa produtos aeronáuticos em uma caixa de ±2,5° ao redor das coordenadas e usa a data/hora da ficha quando a fonte oferece histórico.
Abrir o hub METAR/SIGMET/TAF do portal →Recupera um run individual arquivado anterior à ocorrência e seleciona a hora de previsão mais próxima do evento.
Comece preservando o relato; só depois procure correspondências nas fontes.
A bancada organiza verificações independentes em torno de uma ocorrência. Local, data, hora, parâmetros de consulta e vínculos de origem permanecem visíveis durante o trabalho para que outra pessoa consiga refazer o percurso.
Uma boa investigação não precisa terminar com uma resposta definitiva. Precisa terminar com um limite de certeza claramente demonstrado.
Registre coordenadas, horário original, fuso, direção, duração e a margem de incerteza da testemunha.
Consulte catálogos e simuladores sem modificar o relato para fazê-lo caber em uma explicação.
Avalie distância, diferença temporal, compatibilidade visual e qualidade da fonte utilizada.
Preserve links, identificadores, parâmetros, data da consulta e aquilo que permaneceu incerto.
Verifique se ela é forte o bastante em tempo, posição, direção e aparência. Uma coincidência parcial não encerra a análise.
Registre a ausência no catálogo consultado. Isso elimina uma hipótese específica, mas não demonstra uma origem anômala.
A classificação tecnicamente correta pode ser “inconclusivo”. A falta de informação também deve constar do dossiê.
Quanto melhor a entrada, menor o risco de produzir uma correlação apenas aparente.
USGS, NASA, Stellarium e as fontes abertas complementares são serviços independentes. O PILOT UFO organiza a consulta, preserva a atribuição e explicita as ressalvas; não altera os dados de origem nem converte coincidências em conclusões.
Resultados mantêm links, identificadores e parâmetros da consulta.
Documentos históricos UAP e literatura científica permanecem na Biblioteca.
A Central produz contexto verificável; a avaliação final continua humana.